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Importante Leilão de Arte Moderna e Contemporânea em Lisboa


O Palácio do Correio Velho, líder de mercado nos leilões de Arte Moderna e Contemporânea, irá realizar um importante leilão que compreende um relevante conjunto de obras de grandes artistas portugueses e estrangeiros que, numa iniciativa inédita da leiloeira, será dividido no catálogo por décadas, organizado cronologicamente nos primeiros anos do séc. XXI e terminado nos anos 20.

O núcleo mais marcante do leilão é a década de 70 do séc. XX com obras de referência de alguns dos artistas mais conceituados da Arte Portuguesa e com um número elevado de obras. Os anos 50, 60, 80 e 90 também se destacam pela elevada qualidade e raridade de obras apresentadas.

A Exposição terá início nos próximos dias 18 e 19 de Dezembro, das 15h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00.

O leilão será no dia 20 de Dezembro pelas 21h00 com cerca de 266 lotes.




SEGUÍ, Antonio Seguí (n.1934)
“Confrontación Innecesaria”

Técnica mista sobre tela
Verso com indicação de titulo, assinado e datado de 2005
Dim.: 100 x 100 cm.

€ 35.000 / € 50.000


Verso da grade com etiqueta da Galeria 111, com indicações sobre a obra

Esta obra foi executada em encomenda para a casa do Arq.º Conceição Silva SEGUÍ, Antonio Seguí (n.1934) “Confrontación Innecesaria”

Nascido na Argentina, estudou na sua terra natal, em Espanha, em França e viajou por todo o mundo para aprofundar a sua cultura artistica. Realizou a sua primeira exposição individual em 1957. Vive e trabalha em Paris. Antonio Segui trabalha por séries, e pretende retratar o homem quotidiano, ao qual atribuiu o nome de Señor Gustavo.





NIKIAS SKAPINAKIS (n.1931)
“Vistas de Lisboa VII”
Óleo sobre tela
Assinado e datado de “72”
Dim.: 81 x 54 cm.

Verso da grade com indicação de título.

De origem grega nasceu em Lisboa. Pintor neofigurativo expressionista, com sentido critico por vezes satírico, de jeito difuso e abstractizante. Expôs individualmente ou colectivamente: IV Bienal de São Paulo, em 1957;  Centro Gulbenkian, em 1972; e Galeria Bellechasse em 1984; entre outras exposições em Lisboa. Ganhou o prémio AICA em 1990, o Grande Prémio Amadeu Souza Cardoso em 2005 e ganhou ainda em 1963 uma bolsa de viagem com o prémio José Malhoa. Tendo já sido realizadas exposições antológicas sobre a sua obra na Fundação Calouste Gulbenkian, no C.A.M em 1985, no Museu do Chiado em 1996 e na Fundação Serralves em 2000. São de sua autoria os painéis de «A Brasileira do Chiado» em Lisboa.

€ 35.000 / € 50.000





CARGALEIRO, Manuel Cargaleiro (n.1927)

Sem título
Óleo sobre tela
Assinado e datado de 1975
Dim.: 81 x 65 cm.

Com inúmeras exposições nacionais e internacionais, pode-se destacar a sua participação no The Second Internacional Contemporary Art Fair em Londres, 1985; na Feira Internacional de Arte Contemporânea (FIAC 82); na exposição da Colecção Mário Soares no Museu do Chiado, 1996; e na exposição Les Trente Ans de la Galerie Jacob na Galerie Jacob em Paris, 1996. Foi agraciado com a Ordem da Cruz de Santiago da Espada pelo Presidente da República Portuguesa, e com o Grau de Officier des Arts et des Lettres pelo Governo Francês. Em 1990 constitui a Fundação Manuel Cargaleiro.

€ 40.000 / € 60.000


Dos artistas presentes destacamos: Júlio Pomar, Nikias Skapinakis, Eduardo Luís, João Hogan, Carlos Botelho, Francis Smith, Nadir Afonso, Álvaro Lapa, Cargaleiro, Arpad Szenes, Vieira da Silva, Alvarez, Mário Eloy, José de Guimarães, Mário Cesariny, Cruzeiro Seixas, João Vieira, António Areal, Luís Dourdil, Dórdio Gomes, Ângelo de Sousa, Sofia Areal, António Palolo, Noronha da Costa, Tom, Justino Alves, Pedro Proença, Jorge Martins, Artur Bual, Sá Nogueira, António Soares, António Quadros, Cândido da Costa Pinto, Hilário Teixeira Lopes, José Escada, António Charrua, Armanda Passos, Pedro Saraiva, Abel Manta, Almada Negreiros, Eduardo Anahory, António Duarte, Augusto Barros, Baltazar Torres, Costa Pinheiro, Estrela de Faria, Eurico, Francisco Simões, Julião Sarmento, Leonel de Moura, René Bertholo, Rogério Ribeiro, Cruz Filipe, Pedro Cabrita Reis, Pedro Calapez, Carlos Carreiro, Celestino Alves, Gerardo Burmester, João Cutileiro, Domingos Rebelo, Espiga Pinto, Fernando Calhau, Charters de Almeida, Roberto Chichorro, Clementina Moura, Victor Fortes, Guilherme Filipe, Hansi Stäel, Jaime Lebre, João Moniz, Joana Rosa, João Abel Manta, João Penalva, Jorge Pinheiro, José Loureiro, Júlio, Luís Ralha, Eduardo Malta, Manuel Baptista, Manuel Caeiro, Martins Correia, Tomás Mateus, Albino Moura, Paulo Ossião, Paula Rêgo, Raul Perez, António Sena, Silva Lino, Vasco Costa, Victor Belém, Victor Palla, Victor Pi, Xana, Adriana Rocha, Carlos Bracher, Filippo de Pisis, Bengt Lindstrom, Luís Feito, Markus Lupertz, Valente Malangatana, Rafael Canogar, António Saura, Antonio Seguí, Sérgio Telles, entre muitos outros que vão à praça neste grande Leilão de Arte Moderna e Contemporânea do Palácio do Correio Velho.

O Palácio do Correio Velho associou-se a duas notáveis instituições, a BIPP – Banco de Informação de Pais para Pais e a Liga Portuguesa Contra o Cancro, com a venda de obras de arte que serão incluídas neste leilão.

As peças que compõem este excepcional Leilão de Arte Moderna e Contemporânea a realizar pelo Palácio do Correio Velho provêem de vários colecções, entre as quais destacamos: Antiga Colecção Maria Paiva Sequeira, Colecção Ana Escada, Colecção Bárbara Ornellas e a Colecção Escultor António Duarte.





  
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